quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
10 de Dezembro: Dia do Palhaço. :•)
(Reportagem no "G1": Palhaços cobram aposentadoria e política educacional.)Segue uma crônica que escrevi em 2007.
A filha observava atentamente seu pai, palhaço desde criança, que borrifava água em uma planta de vaso, no canto da sala. Ela pergunta:
-Pai, por que tanto cuidado?
-Ela é uma planta, precisa de cuidados... Eu gosto de plantas, e desta em especial, sua mãe plantou antes de morrer.
-Por que você arranca as folhas secas? Deve doer. Você não disse que gostava dela?!
-Não gosto simplesmente, amo. Retiro as folhas secas para que ela fique mais bonita e chame mais atenção alí no canto do trailler... Me lembra sua mãe. Acho ela muito parecida comigo.
-A mamãe parecia-se com o senhor?
-Não querida, a planta: Não tem muitas raízes, é muito calada, mas não é morta. E para que ela continue viva, borrifo água nela todos os dias, para que ela continue crescendo bonita, como sua mãe sempre foi.
-Por quê você também não me rega?
O pai olha com um sorriso, encantando-se com a inocência que tinha a garotinha, pega ela no colo e faz um cafuné, explicando:
-Você não é planta... Mas crescerá e ficará mais bonita, terá rosas e dará frutos... Assim como sua mãe.
-Pai...
-...?
-Me molha?
-Pai, por que tanto cuidado?
-Ela é uma planta, precisa de cuidados... Eu gosto de plantas, e desta em especial, sua mãe plantou antes de morrer.
-Por que você arranca as folhas secas? Deve doer. Você não disse que gostava dela?!
-Não gosto simplesmente, amo. Retiro as folhas secas para que ela fique mais bonita e chame mais atenção alí no canto do trailler... Me lembra sua mãe. Acho ela muito parecida comigo.
-A mamãe parecia-se com o senhor?
-Não querida, a planta: Não tem muitas raízes, é muito calada, mas não é morta. E para que ela continue viva, borrifo água nela todos os dias, para que ela continue crescendo bonita, como sua mãe sempre foi.
-Por quê você também não me rega?
O pai olha com um sorriso, encantando-se com a inocência que tinha a garotinha, pega ela no colo e faz um cafuné, explicando:
-Você não é planta... Mas crescerá e ficará mais bonita, terá rosas e dará frutos... Assim como sua mãe.
-Pai...
-...?
-Me molha?
[Theo Macêdo]
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Foto: Ricelly Sousa
Essas fotos foram da minha estreia no tecido acrobático (4 de Setembro, 2009), depois de quatro meses de treino no circo Tropa-Trupe (UFRN) com Luísa Guedes, o número chama-se "Agonia Rítmica" e tem uma trilha percursiva do grupo "Guem". O número foi reapresentado na varieté de Dezembro, a última do ano, sendo escolhido entre os números que se destacaram em 2009, porém, foi uma reestréia, com novo figurino, nova maquiagem e novas quedas adicionadas.
Representando o tecido acrobático no tropa-trupe, enquanto a Tia Lu está na Argentina.
domingo, 6 de dezembro de 2009

E lá estava eu, sem ter o que fazer e fui revirar umas gavetas, à procura de qualquer outra coisa que não achei, e terminei achando e me entretendo com outras coisas que eu nem sonhava que ainda existiam em meio à meus pertences. Cartas, fotos, papéis de bombons, declarações que se fazem cada vez mais verdadeiras com o tempo, e outras que se juntam cada vez mais à saudade, com o passar dele. O sono mudou de lar sem avisar, e eu acreditava que ele apenas tinha ido comprar cigarros. E então me pego de novo, entretido com tantas recordações, umas muito importantes (guardei-as em outro lugar, com mais cuidado), e outras me intrigavam e me fazia reflectir "Por que danado guardei isso aqui?" (e essas foram ao encontro de papéis e mais papéis, que já eram lixo emocional, antes de qualquer tipo de reciclável), seguindo a filosofia: "Se não é belo nem útil, não causa bem... LIVRE-SE!". E me livrei, antes que pudessem me causar algum mal. Eis então, a inauguração de um espaço interior, que acontece em silêncio por minhas necessidades pessoais, eis aí... Feito.
Theo Macedo.
Theo Macedo.

ASSASSI... -NÃO.
O Clown estava cansado
ou certamente não era tão amado assim
o pobre clown andava e andava
arrastando uma maleta,
dos seus pertences sem fim...
Numa surpresa desagradável,
o ser feito de "cacos" é roubado...
...não levam nada de sua maleta,
não levam nada dos seus pertences,
nem mesmo o nariz,
- Seu único tesouro -
levam a vida, arrancam ao poucos.
Seus fôlegos vão ficando cada vez mais raros,
cada vez mais caricatos,
como nunca foram.
O corpo virou lenda,
no meio do mato, sumiu.
Mas restou um figurino pisado e um nariz vermelho.
Imaginação é coisa curiosa.
O louco cronista basta ver uma foto,
tirada por ele mesmo
enquanto respirava circo,
e logo acha que já fez cronica,
fazendo o assassinato fictício de um clown que talvez nem tenha chegado à existir.
Lastimando os clowns que ainda não foram paridos.
[Theo Macedo]
Seguem dois vídeos de umas novas quedas que estou treinando no tecido aéreo ultimamente., buscando fazer com perfeição para os próximos números, testei as duas na reestréia do "Agonia Ritmica
", nessa última Varieté de 2009, dia 4 de dezembro. :)
http://www.youtube.com/watch?v=6me-lvWro_4
-
http://www.youtube.com/watch?v=zhXjOhHz-RM&NR=1
[ Theo]
", nessa última Varieté de 2009, dia 4 de dezembro. :)http://www.youtube.com/watch?v=6me-lvWro_4
-
http://www.youtube.com/watch?v=zhXjOhHz-RM&NR=1
[ Theo]
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